Júlia Novello
Editora e repórter | Agência
Perfil
Sobre
“Eu quero ser definida pelas coisas que eu amo, não pelas coisas que eu odeio ou que tenho medo." Essa frase é de umas das minhas canções favoritas, e a mensagem sempre fez muito sentido para mim: somos o que amamos.
Entre salas de dança, páginas de livros e playlists de música, a arte sempre me fascinou e me conduziu. Era ali que eu sentia que me encaixava, e era sobre isso que eu queria falar. Foi então que o jornalismo surgiu, abrindo a porta para eu expressar tudo o que me move.
Pensando bem, o jornalismo sempre esteve ali, à espreita. Talvez eu só não tivesse os olhos abertos o suficiente para enxergar. Mas, com o tempo, ficou claro: essa área me chamava. E, para a sorte de uma pessoa desinibida e falante desde a infância como eu, o jornalismo me acolheu de braços abertos, e desde então, sinto que encontrei o meu lugar.
